quarta-feira, 16 de junho de 2010

Nicole Kidman

                                                             por Enoe Lopes Pontes
                                                      


    No dia 20 de junho, Nicole Kidman completa 43 anos e, ao avaliar sua jornada artística, é possível ver que ela pode ser considerada, uma grande atriz do cinema estadunidense. Sua leveza e graça conquistaram muitos fãs e críticos. Apesar das freqüentes derrapadas na carreira, Nicole não perdeu a sua posição de nova Dama de Hollywood, que conquistou devido a sua classe e postura, tanto nas telas como em sua vida.

    Kidman nasceu em Honolulu, no Havaí, no dia 20 de junho de 1967. Após um período fazendo filmes e séries na Austrália - cidade natal dos pais - Nicole fez seu primeiro longa nos Estados Unidos, Terror Abordo (1989). Já em 1990, ela estrelou em Dias de Trovão. Foi neste filme que conheceu e começou a se relacionar com Tom Cruise.


  Quando se tornou a Sra. Cruise as coisas mudaram na vida dela. Nicole passou a fazer menos películas para dedicar-se melhor ao casamento. Nesta época, atuou em longas ruins ou razoáveis como: Flertando (1991); Um Sonho Distante (1992), fracasso de crítica e bilheteria, que fez ao lado de Cruise; Minha Vida (1993); Malícia (1993); Batman – Eternamente (1995) e Da Magia à Sedução (1998).

   Mas, claro que ela também fez filmes bons para sua carreira neste perído, como: Billy Bathgate – O Mundo aos Seus Pés (1991), no qual concorreu ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante; Um Sonho sem limites (1995), filme que lhe rendeu o primeiro Globo de Ouro de sua vida; Retrato de Uma Mulher (1996) e, claro, o último longa dela ao lado de Tom Cruise, De Olhos Bem Fechados (1999). Após este filme, ela e o marido se divorciaram.

   A partir da separação dela com Cruise, ela se concentrou mais na carreira, começou a brilhar e mostrar mais ainda o seu valor como atriz. Primeiro, veio Moulin Rouge – Amor em Vermelho (2001), que trouxe de volta a magia dos musicais para tela e diversas indicações e prêmios para Nicole como o Globo de Ouro e uma indicação ao Oscar de melhor atriz. Mas, não foi somente a crítica que gostou do longa, Moulin Rouge conquistou milhares de fãs no mundo inteiro.

   Logo depois, vieram Os Outros (2001) e As Horas (2002), sendo que pelo primeiro foi indicada ao Globo de Ouro e com o segundo ganhou o Globo de Ouro e o Oscar de melhor atriz. Foram nesses dois filmes, que em minha opnião, ela teve suas melhores performaces.

     Após esta fase cheia de elogios e prêmios, ela não fez nada tão impactante. Os críticos e fãs até pensaram que com Nine (2009), Nicole mostraria seu grande talento de novo. Não que ela não esteja bem no filme, mas o desempenho poderia ser muito melhor, faltou brilho e verdade em sua atuação.

    Mesmo que vacile algumas vezes, Nicole Kidman é respeitada e admirada em Hollywood. Agora é só esperar quando trará uma grande performance novamente. Seus próximos filmes são Rabbit Hole e The Danish Girl, ambos em pós-produção, previstos para 2011 e 2012, respectivamente.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Meryl Streep

por Enoe Lopes Pontes   

Há quatro anos me tornei fã de Meryl Streep. Nos últimos dias vinha me perguntando a razão pela qual nunca escrevi nada sobre ela. Não pensei em nenhum motivo. Por isso, escrevi esse texto sobre o meu maior ídolo hoje e espero que para sempre.
   
    Nascida Mary Louise Streep, ela é considerada por muitos críticos como umas das maiores atrizes estadunidenses de todos os tempos. Com um casamento estável (casada com o escultor Don Gummer há 32 anos, com quem teve 4 filhos),  levando uma vida discreta, longe de confusões com paparazzi, Meryl mostra a cada dia como possui uma interpretação camaleônica e versátil.
   
    Ela já trabalhou em dramas (As Horas, Dúvida), em Suspense (Sob o domínio do Mal), Animação (Lucas, um estranho no formigueiro e o Fantástico Sr. Raposo), Comédias (Simplesmente Complicado) e Musicais (Mamma Mia!). Com a capacidade de imitar qualquer sotaque, já fez papel de italiana, dinamarquesa, polonesa e irlandesa e poderia fazer qualquer um que tentasse. Com esta característica, consegue dar uma maior credibilidade a personagem e fazer papéis diferenciados a cada longa.

    Aos 60 anos Meryl mostra vitalidade e força na sua interpretação, além de um fôlego impressionante. Um exemplo foi em Mamma Mia! (2008), quando gravou diversas cenas que dançava, cantava e interpretava. Além disso, ela ainda consegue bons papéis o que muito difícil na idade dela.

    Para complementar a carreira dela, Streep já trabalhou com inúmeros diretores renomados como Woody Allen (Manhattan, 1979); Alan J. Pakula (A Escolha de Sofia, 1982); Sydney Pollack (Entre Dois Amores, 1985); Clint Eastwood (As Pontes de Madison, 1995) e Robert Altman (A última Noite, 2006). Possui poucas derrapadas na carreira com longas como A casa dos Espíritos e O Rio Selvagem.

    Ganhadora e recordista de diversos prêmios como o OSCAR (16 vezes indicada, recebeu 2 vezes) e o Globo de Ouro (indicada 27 vezes, recebeu 7), Meryl é respeitada pela careira sólida que firmou. No próximo longa dela, dublará Jennie em Higglety Pigglety Pop! or There Must Be More to Life, que conta a história de um cachorro terrier que sai de casa para viver aventuras.

Foto: http://www.prettyboring.com/files/images/cear_twoqueens_01_v.jpg