Jeff Bridges brilha neste longa dirigido por Ben Zeller e produzido por Robert Duvall. Por Hilda Lopes Pontes
Quando assisti pela primeira o trailer de Coração Louco, imaginei que Jeff Bridges (King Kong, Homem de Ferro) iria concorrer e possivelmente ganhar o Oscar, pois já dava para perceber que pelo perfil de sua personagem e a superação que esta teria em relação ao alcoolismo, tema sempre agraciado pela Academia, ele estava “na frente” de seus concorrentes. Porém, Bridges surpreendeu com sua interpretação visceral e dinâmica, mostrando que, mesmo com uma carreira incrível, ainda pode se superar.
A possibilidade de o espectador mergulhar na vida do cantor e compositor de música country Bad Blake (Bridges), que fez muito sucesso, mas, por causa dos hábitos de fumar e beber muito, só faz shows baratos em bares de cidades do interior, é, praticamente, toda. Difícil é acreditar que Blake, um homem que não abre mão de suas convicções e cheio de manias, é uma personagem fictícia.
Além de Bridges, o filme conta com a desempenho impecável de Maggie Gylenhaal, que concorreu ao Oscar de melhor atriz coadjuvante e interpreta uma jornalista novata e mãe solteira na qual Blake se apaixona e vive um romance. Na cena em que Bad perde o filho dela, Gylenhaal perde seu usual frescor e jeito doce e se transforma, conduzindo o espectador a sentir com ela a dor da possível perda de seu filho.
O elenco ainda tem as presenças de Colin Farrell (sempre fazendo quase o mesmo papel do mesmo jeito), interpretando Tommy o pupilo de Blake e o produtor do longa Robert Duvall como Wayne. O filme ainda tem uma trilha sonora incrível, por passar ao espectador as sensações que Blake está sentindo, incluindo a canção vencedora do Oscar, “Weary kind”.
A possibilidade de o espectador mergulhar na vida do cantor e compositor de música country Bad Blake (Bridges), que fez muito sucesso, mas, por causa dos hábitos de fumar e beber muito, só faz shows baratos em bares de cidades do interior, é, praticamente, toda. Difícil é acreditar que Blake, um homem que não abre mão de suas convicções e cheio de manias, é uma personagem fictícia.
Além de Bridges, o filme conta com a desempenho impecável de Maggie Gylenhaal, que concorreu ao Oscar de melhor atriz coadjuvante e interpreta uma jornalista novata e mãe solteira na qual Blake se apaixona e vive um romance. Na cena em que Bad perde o filho dela, Gylenhaal perde seu usual frescor e jeito doce e se transforma, conduzindo o espectador a sentir com ela a dor da possível perda de seu filho.
O elenco ainda tem as presenças de Colin Farrell (sempre fazendo quase o mesmo papel do mesmo jeito), interpretando Tommy o pupilo de Blake e o produtor do longa Robert Duvall como Wayne. O filme ainda tem uma trilha sonora incrível, por passar ao espectador as sensações que Blake está sentindo, incluindo a canção vencedora do Oscar, “Weary kind”.

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