por Enoe Lopes Pontes
Fica muito claro desde os primeiros minutos de Salt qual é o objetivo do filme. Entreter. Afinal, um filme de ação tem, geralmente, essa finalidade. Mas, há no ar do longa algo que o diferencia dos outros do mesmo gênero, o papel principal (que originalmente, seria para Tom Cruise, que rejeitou a personagem, pois parecia muito com Ethan Hunt, de Missão Impossível), é encarado por uma mulher. Porém, não é qualquer mulher. Jolie traz para Evelyn uma força e um mistério que conquistam o espectador facilmente. Salt conta a história de Evelyn, funcionária da CIA que, após ser delata como espiã russa, tem que fugir da polícia para fazer o que precisa fazer. Com isso, o público passa todo o tempo da película com as dúvidas: Quem é Evelyn Salt? Será que ela é boa ou ruim? Porque ela tem momentos tão grandes de frieza e outros de bondade absoluta.
Apesar do brilho de Angelina, o roteiro não apresenta um conteúdo com muitas novidades e não existem muitas surpresas, o que irrita, às vezes, por se tornar óbvio. Contudo, possui um bom final que promete continuação e quem sabe uma possível salvação para uma história que poderia ter sido boa.

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