domingo, 10 de outubro de 2010

Dia das Crianças

Com a chegada do Dia das Crianças o nosso blog resolveu dar algumas dicas de filmes para a criançada se divertir!! 

  •  Up - Altas Aventuras (Up, 2009). O longa conta a história de Carl(Edward Asner), um velhinho que fica viúvo e decidi fazer a viagem que ele e sua esposa sonharam a vida toda. Para isso, ele prende balões na casa dele e viaja sem sair de casa. Divertido e emocionante, Up é uma excelente dica para quem gosta dos desenhos da Pixar.
  • Harry Potter ( todos, Harry Potter, 2001 - 2008). O sétimo filme da série estréia 19 de novembro e essa é uma ótima oportunidade para se fazer uma maratona para relembrar todas as aventuras de Harry e seus amigos em Hogwats.
  •  A Princesinha (a Little Princess, 1995). Dirigido por Alfonso Cuarón, o longa conta a história de Sara (Liesel Matthews), menina que morava com o pai na Índia e passa a estudar no colégio interno quando ele vai lutar na guerra. Porém, seu pai desaparece e a garota perde tudo e começa a trabalhar na escola. Para piorar a situação, a diretora do local humilha e mal trata Sara de todas as formas. Com um roteiro bem estruturado, bela trilha e uma excelente protagonista, A Princesinha parece muitas vezes um conto de fadas, por estes motivos, o filme é uma boa oção para as crianças.
  •  A Maladrinha (Curly Sue, 1991). Curly Sue (Alisan Porter) foi deixada, ainda quando era bêbe, com Bill Dancer (James Belushi) que a criou desde então. Os dois aplicavam pequenos golpes para conseguir sobreviver. Até que um dia, em uma dessas armações, eles conhecem Grey (Kelly Lynch), uma advogada muito rica. A dupla não esperava que esse encontro fosse mudar completamente o rumo da vida deles e da própria Grey. A Malandrinha, clássico dos anos 90, é uma boa escolha por ser muito divertido e leve.
  •  A Fantástica Fábrica de Chocolate (Charlie and the Chocolate Factory, 2005). Segunda versão cinematográfica do livro homônimo de Roald Dahl, o longa conta a história de Charlie. O garoto além de ser pobre, tem uma família grande e que passa muitas dificuldades. Porém, ele tem as esperanças acendidas quando  Willy Wonka, dono de uma fábrica de chocolates, faz uma promoção colocando dinco tickets premiados dentro de cinco barras de chocolates espalhadas pelo mundo, que darão direito as crianças que encontrarem o bilhete de visitar a fábrica de Wonka. Com direção de Tim Burton e Johnny Depp, Freddie Highmore e Helena B. Carter no elenco, A Fantástica Fábrica de Chocolate é a alternativa certa para quem gosta de longas que são super produções com muitos efeitos. 

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Comer Rezar Amar

Júlia Roberts interpreta Elizabeth Gilbert em mais um insignificante filme hollywoodiano.
por Enoe Lopes Pontes

    Comer Rezar Amar conta a história de Elizabeth, uma escritora que está passando por uma crise de sentimentos, se divorcia e precisa se reencontrar. Para isso, ela decide fazer uma viagem, que tem início na Ítalia e o final na Índia.
    O que mais incomoda no longa é o fato dele apresentar uma narrativa monótona. Cada cena  passa lentamente e momentos que poderiam ser divetidos e emocionantes passam batidos. Ao invés de mostrar todas as relações que Gilbert teve com amigos e namorados, poderiam escolher as mais importantes e explorá-las. Isto daria uma maior dinamicidade a história.
    Além disso, os cortes não são bem feitos, o que faz com que o clima seja interropido. É possível sentir uma quebra brusca das cenas. Esta é mais uma razão para o filme ser entendiante.
     Contudo, Roberts apresenta uma boa performace. Nada excepcional, porém ela está atuando desta vez, deiferentemente de outros papéis que fica a impressão de que está se vendo Júlia e não uma personagem. Destaque para timbre da voz dela, que está diferente e lembra bastante o de Elizabeth Gilbert.   
      Já os outros atores estão quase todos apagados. Viola Davies (Delia), Javier Bardem (Felipe), Billy Crudup (Steven) e James Franco (David) estão sem carisma nenhum. Se não exitissem não fariam falta. O único que se salva um pouco disso é Richard Jenkis (Richard), que consegue prender a atenção pelo menos por alguns segundos.
    O que torna a película mais insignificante ainda é que ela não cumpre nem a função básica deste tipo de gênero cinematográfico, divertir. Porque se ele fosse mais um romance barato de hollywood, mas houvesse um momento marcante, que entretesse, o ingresso até que valeria a pena. Porém, a realidade não é fácil e aguentar 133 minutos de "blábláblá" corrido e sem profundidade é insurpotável.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

No ordinary family

Dia 04 de outubro de 2010 - Por Hilda Lopes Pontes
A tv estadunidense ganha mais um seriado em sua programação, No Ordinary Family. A sinopse é bem simples e com certeza lembra milhões de outras coisas já feitas. A família Powell anda muito desconectada, desunida e com cada um só pensando em seus próprios afazeres. Os filhos cheios de aparelhos eletrõnicos, nem olham para os pais, a esposa, preocupada com o trabalho, nem sabe o que acontece no dia-a-dia dos que moram com ela.
Com medo de todos os familiares se afastassem de vez e desejando que tudo voltasse a ser igual quando seus filhos eram crianças, o pai, Jim Powell(Michael Chiklis), decide que uma viagem para a Amazônia reuniria todos novamente. No caminho, não contavam com um acidente de avião e com um curto período na selva. Ao voltar, percebem que estão diferentes, que têm super-poderes.
Após ver o piloto conclui-se que há uma clara mistura de O Quarteto Fantástico( que teve no elenco o próprio Chiklis) e uma imitação do Quarteto, Os Incríveis. As mesmas temáticas, os mesmo conflitos. Não há nada de diferente na série. o sentimentyo é de frustação ao perceber que o que na realidade acontece é um desespero da indústria hollywoodiana de sempre apresentar algo de novo, quando na verdade é só algo velho com uma nova embalagem. Além do mais, o foco poderia se estabelecer nas relações, mas No Ordinary Family também peca neste quesito apostando mais nas cenas de ação que lembram todas aquelas de qualquer filme de super-herói.
Porém, o elenco está afiadíssimo e possui uma sintonia muito forte. Os quatro membros da família Powell parecem que atuam juntos há muitos anos. Julie Benz sempre é um destaque em suas personagens e dessa vez não é diferente. A cientista Stephanie Powell é a personagem mais bem construída e que mostra mais possibilidades de conflitos futuros por mostrar complexidade.
A atmosfera acolhedora e os diálogos dinâmicos de Greg Berlanti (Everwood, Eli Stone) mostram que o seriado pode ter futuro se não se prender às temáticas abordadas no piloto e ir além de tudo o que já imitam. Se não, correm o risco de se esgotarem no meio da primeira temporada e de ser cancelada antes que qualquer pessoa possa pensar em falar na segunda.