quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Tron - O Legado

  Após 28 anos da primeira versão do longa (Tron - Uma Odisseia Eletrônica, 1982), chega aos cinemas a continuação: Tron - O Legado. Estreia do diretor Joseph Kosinski, esta sequência tem do elenco original Jeff Bridges (Kevin Flynn) e Bruce Boxleitner (Alan Brandley).
  O filme conta a história de Kevin Flynn. Um visionário na área de eletrônica, que um dia desaparece. Ele tinha um filho de 7 anos, Sam Flynn (Garret Hedlund), que fica órfão e é criado pelo avós. Após isso, passam-se 20 anos. Sam, agora adulto, não trabalha na empresa do pai e só aparece no local uma vez por ano.
    Até que um dia, Alan recebe um bipe de Kevin e pede para Sam ir até o fliperama de Flynn para checar se ele estaria lá. No lugar, Sam encontra uma passagem secreta que o leva para outro mundo. Para A Grade (The Grid), onde programas de computador vivem.
    Há uma conexão na película entre os elementos dele. Os efeitos especiais, sonoros, os figurinos, os atores, todos se encaixam perfeitamente. Mas é a trilha sonora que chama mais atenção. A trilha feita pelo Daft Punk dá um ritmo ainda maior ao longa. Com destaque para The Grid e The Son of Flynn. As músicas criam o ambiente perfeito para as cenas. 
    O elenco também está bastante integrado. Todos estão bem em seus papéis. Porém são Jeff Bridges e Martin Sheen (Castor/Zesu) que merecem  uma atenção especial. Bridges porque ele consegue fazer a sua personagem original crescer e torna-se quase um deus. Existe uma presença e tom místico dado a Kevin, que faz com que ele tome conta da cena.
   Já Sheen, conseguiu uma atuação excelente porque sua personagem consegue conquistar e ao mesmo tempo ser detestada. Ele fez um Zesu cômico, porém que tem em seus olhos uma história. Um passado que o marcou.
   Olivia Wilde (Quorra) e Garret Hedlund também fazem um bom trabalho. Sendo que Wilde traz uma incrível mistura de ingenuidade com sensualidade para o papel dela. Hedlund traz muita verdade para Sam. Não deixa  a personagem ser um simples mocinho bonito.
   Visualmente, o filme impressiona com sequências que tiram o fôlego. Como a sequência em que Sam está em cima do prédio da Encom ou na cena em que eles vão encontrar Zesu. Os figurinos também ajudam nesta questão visual.  Deixando um clima de algo tecnológico e moderno, contudo ainda resta um estilo do filme original.
     Tron - O Legado, com sua personagens marcantes, com uma trilha que é uma extensão do longa, com todos seus elementos, pode ser considerado um dos melhores filmes deste ano.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Nova versão de Jane Eyre

  
    Há quatro anos atrás, eu assiti em um cinema que passava clássicos de Hollywood o filme Jane Eyre (1944). Estrelado por Joan Fontaine e Orson Wells, o longa, adaptação da obra homônima de Charlotte Brontë, conta a história de Jane. Uma garota orfã, que após uma infância sofrida vai trabalhar numa mansão. Porém, ela se apaixona pelo patrão.
    Agora, depois de 66 anos da película, vejo a notícia de que haverá uma regravação. Dirigido por Cary Fukunaga e com Mia Wasikowska, Judi Dench e Michael Fassbender no elenco, Jane Eyre tem estreia prevista para 2011.

domingo, 10 de outubro de 2010

Dia das Crianças

Com a chegada do Dia das Crianças o nosso blog resolveu dar algumas dicas de filmes para a criançada se divertir!! 

  •  Up - Altas Aventuras (Up, 2009). O longa conta a história de Carl(Edward Asner), um velhinho que fica viúvo e decidi fazer a viagem que ele e sua esposa sonharam a vida toda. Para isso, ele prende balões na casa dele e viaja sem sair de casa. Divertido e emocionante, Up é uma excelente dica para quem gosta dos desenhos da Pixar.
  • Harry Potter ( todos, Harry Potter, 2001 - 2008). O sétimo filme da série estréia 19 de novembro e essa é uma ótima oportunidade para se fazer uma maratona para relembrar todas as aventuras de Harry e seus amigos em Hogwats.
  •  A Princesinha (a Little Princess, 1995). Dirigido por Alfonso Cuarón, o longa conta a história de Sara (Liesel Matthews), menina que morava com o pai na Índia e passa a estudar no colégio interno quando ele vai lutar na guerra. Porém, seu pai desaparece e a garota perde tudo e começa a trabalhar na escola. Para piorar a situação, a diretora do local humilha e mal trata Sara de todas as formas. Com um roteiro bem estruturado, bela trilha e uma excelente protagonista, A Princesinha parece muitas vezes um conto de fadas, por estes motivos, o filme é uma boa oção para as crianças.
  •  A Maladrinha (Curly Sue, 1991). Curly Sue (Alisan Porter) foi deixada, ainda quando era bêbe, com Bill Dancer (James Belushi) que a criou desde então. Os dois aplicavam pequenos golpes para conseguir sobreviver. Até que um dia, em uma dessas armações, eles conhecem Grey (Kelly Lynch), uma advogada muito rica. A dupla não esperava que esse encontro fosse mudar completamente o rumo da vida deles e da própria Grey. A Malandrinha, clássico dos anos 90, é uma boa escolha por ser muito divertido e leve.
  •  A Fantástica Fábrica de Chocolate (Charlie and the Chocolate Factory, 2005). Segunda versão cinematográfica do livro homônimo de Roald Dahl, o longa conta a história de Charlie. O garoto além de ser pobre, tem uma família grande e que passa muitas dificuldades. Porém, ele tem as esperanças acendidas quando  Willy Wonka, dono de uma fábrica de chocolates, faz uma promoção colocando dinco tickets premiados dentro de cinco barras de chocolates espalhadas pelo mundo, que darão direito as crianças que encontrarem o bilhete de visitar a fábrica de Wonka. Com direção de Tim Burton e Johnny Depp, Freddie Highmore e Helena B. Carter no elenco, A Fantástica Fábrica de Chocolate é a alternativa certa para quem gosta de longas que são super produções com muitos efeitos. 

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Comer Rezar Amar

Júlia Roberts interpreta Elizabeth Gilbert em mais um insignificante filme hollywoodiano.
por Enoe Lopes Pontes

    Comer Rezar Amar conta a história de Elizabeth, uma escritora que está passando por uma crise de sentimentos, se divorcia e precisa se reencontrar. Para isso, ela decide fazer uma viagem, que tem início na Ítalia e o final na Índia.
    O que mais incomoda no longa é o fato dele apresentar uma narrativa monótona. Cada cena  passa lentamente e momentos que poderiam ser divetidos e emocionantes passam batidos. Ao invés de mostrar todas as relações que Gilbert teve com amigos e namorados, poderiam escolher as mais importantes e explorá-las. Isto daria uma maior dinamicidade a história.
    Além disso, os cortes não são bem feitos, o que faz com que o clima seja interropido. É possível sentir uma quebra brusca das cenas. Esta é mais uma razão para o filme ser entendiante.
     Contudo, Roberts apresenta uma boa performace. Nada excepcional, porém ela está atuando desta vez, deiferentemente de outros papéis que fica a impressão de que está se vendo Júlia e não uma personagem. Destaque para timbre da voz dela, que está diferente e lembra bastante o de Elizabeth Gilbert.   
      Já os outros atores estão quase todos apagados. Viola Davies (Delia), Javier Bardem (Felipe), Billy Crudup (Steven) e James Franco (David) estão sem carisma nenhum. Se não exitissem não fariam falta. O único que se salva um pouco disso é Richard Jenkis (Richard), que consegue prender a atenção pelo menos por alguns segundos.
    O que torna a película mais insignificante ainda é que ela não cumpre nem a função básica deste tipo de gênero cinematográfico, divertir. Porque se ele fosse mais um romance barato de hollywood, mas houvesse um momento marcante, que entretesse, o ingresso até que valeria a pena. Porém, a realidade não é fácil e aguentar 133 minutos de "blábláblá" corrido e sem profundidade é insurpotável.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

No ordinary family

Dia 04 de outubro de 2010 - Por Hilda Lopes Pontes
A tv estadunidense ganha mais um seriado em sua programação, No Ordinary Family. A sinopse é bem simples e com certeza lembra milhões de outras coisas já feitas. A família Powell anda muito desconectada, desunida e com cada um só pensando em seus próprios afazeres. Os filhos cheios de aparelhos eletrõnicos, nem olham para os pais, a esposa, preocupada com o trabalho, nem sabe o que acontece no dia-a-dia dos que moram com ela.
Com medo de todos os familiares se afastassem de vez e desejando que tudo voltasse a ser igual quando seus filhos eram crianças, o pai, Jim Powell(Michael Chiklis), decide que uma viagem para a Amazônia reuniria todos novamente. No caminho, não contavam com um acidente de avião e com um curto período na selva. Ao voltar, percebem que estão diferentes, que têm super-poderes.
Após ver o piloto conclui-se que há uma clara mistura de O Quarteto Fantástico( que teve no elenco o próprio Chiklis) e uma imitação do Quarteto, Os Incríveis. As mesmas temáticas, os mesmo conflitos. Não há nada de diferente na série. o sentimentyo é de frustação ao perceber que o que na realidade acontece é um desespero da indústria hollywoodiana de sempre apresentar algo de novo, quando na verdade é só algo velho com uma nova embalagem. Além do mais, o foco poderia se estabelecer nas relações, mas No Ordinary Family também peca neste quesito apostando mais nas cenas de ação que lembram todas aquelas de qualquer filme de super-herói.
Porém, o elenco está afiadíssimo e possui uma sintonia muito forte. Os quatro membros da família Powell parecem que atuam juntos há muitos anos. Julie Benz sempre é um destaque em suas personagens e dessa vez não é diferente. A cientista Stephanie Powell é a personagem mais bem construída e que mostra mais possibilidades de conflitos futuros por mostrar complexidade.
A atmosfera acolhedora e os diálogos dinâmicos de Greg Berlanti (Everwood, Eli Stone) mostram que o seriado pode ter futuro se não se prender às temáticas abordadas no piloto e ir além de tudo o que já imitam. Se não, correm o risco de se esgotarem no meio da primeira temporada e de ser cancelada antes que qualquer pessoa possa pensar em falar na segunda.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Scram Awards 2010

 Premiação agita mundo dos fãs de filmes de ficção e terror
                     
     Por Hilda Lopes Pontes            


 Nos estados unidos, no dia 31 de outubro, em pleno Halloween, acontecerá o Scream Awards 2010. A premiação agracia os melhores filmes e séries de terror, fantasia e ficção do ano.Os vencedores são escolhidos no site oficial da emissora Spike Tv. Um destaque nacional é a atriz Morena Bacarin, que concorre como Revelação Feminina pelo seu papel como a vilã alienígena no seriado "V".No Brasil, a cerimônia será exibida pelo cana TNT,às 22h.

Abaixo, segue a lista dos indicados:




The Ultimate Scream
"Alice no País das Maravilhas"
"Avatar"
"Distrito 9"
"A origem"
"Homem de ferro 2"
"Kick-Ass"
"Lost"

Melhor Filme de Ficção Científica
"Avatar"
"Distrito 9"
"A origem"
"Homem de ferro 2"
"Predadores"
"A estrada"

Melhor Filme de Fantasia
"Alice no País das Maravilhas"
"O mundo imaginário do Dr. Parnassus"
"Kick-Ass"
"Toy story 3"
"Eclipse"
"Onde nascem os monstros"

Melhor Filme de Horror
"A epidemia"
"A hora do pesadelo"
"Atividade paranormal"
"A Ilha do medo"
"Thirst"
"Zumbilândia"

Melhor Programa de TV
"Dexter"
"Doctor Who"
"Lost"
"True Blood"
"V"

Melhor Diretor
Neill Blomkamp ("Distrito 9")
Tim Burton ("Alice no País das Maravilhas")
James Cameron ("Avatar")
Roland Emmerich ("2012")
Christopher Nolan ("A origem")
Martin Scorsese ("A ilha do medo")

Melhor Roteiro
"Distrito 9"
"A origem"
"Kick-Ass"
"A ilha do medo"
"Toy story 3"
"Zumbilândia"

Melhor Atriz de Fantasia
Cate Blanchett ("Robin Hood")
Lily Cole ("O mundo imaginário do Dr.Parnassus")
Chloë Grace Moretz ("Kick-Ass")
Saoirse Ronan ("Um olhar do paraíso")
Kristen Stewart ("Eclipse")
Mia Wasikowska ("Alice no País das Maravilhas")

Melhor Ator de Fantasia
Nicolas Cage ("Kick-Ass")
Johnny Depp ("Alice no País das Maravilhas")
Tom Hanks ("Toy story 3")
Aaron Johnson ("Kick-Ass")
Taylor Lautner ("Eclipse")
Robert Pattison ("Eclipse")

Melhor Atriz de Ficção Científica
Scarlett Johansson ("Homem de Ferro 2")
Mila Kunis ("O Livro de Eli")
Evangeline Lilly ("Lost")
Ellen Page ("A Origem")
Gwyneth Paltrow ("Homem de Ferro 2")
Zoe Saldana ("Avatar")

Melhor Ator de Ficção Científica
Sharlto Copley ("Distrito 9")
Leonardo DiCaprio ("A origem")
Robert Downey Jr. ("Homem de Ferro 2")
Matthex Fox ("Lost")
Josh Holloway ("Lost")
Denzel Washington ("O livro de Eli")

Melhor Atriz de Horror
Julie Benz ("Dexter")
Emily Blunt ("O lobisomem")
Charlotte Gainsbourg ("Anticristo")
Milla Jovovich ("Contatos de quarto grau")
Anna Paquin ("True blood")
Emma Stone ("Zumbilândia")

Melhor Ator de Horror
Leonardo Di Caprio ("A Ilha do medo")
Michael C.Hall ("Dexter")
Woody Harrelson ("Zumbilândia")
Stephen Moyer ("True blood")
Timothy Olyphant ("Epidemia")
Alexander Skargard ("True blood")

Melhor Vilão
Jackie Earle Harley como Freddy Krueger ("A Hora do pesadelo")
Stephen Lang como o Coronel Miles Quaritch ("Avatar")
Dieter Laser como Dr.Joseph Heiter ("A centopéia humana")
John Lithgow como o Assassino Trinity ("Dexter")
Terry O’Quinn como John Locke ("Lost")
Mickey Rourke como Ivan Vanko ("Homem de ferro 2")

Melhor Super-Herói
Nicolas Cage como Big Daddy ("Kick-Ass")
Robert Downey Jr. como Tony Stark ("Homem de ferro 2")
Aaron Johnson como Kick-Ass ("Kick-Ass")
Chloë Grace Moretz como Hit-Girl ("Kick-Ass")
Zachary Quinto como Sylar ("Heroes")
Tom Welling como Clark Kent ("Smallville")

Melhor Atriz Coadjuvante
Abigail Breslin ("Zumbilândia")
Jennifer Carpenter ("Dexter")
Marion Cotillard ("A origem")
Anne Hathaway ("Alice no País das Maravilhas")
Yunjim Kim ("Lost")
Sigourney Weaver ("Avatar")

Melhor Ator Coadjuvante
Don Cheadle ("Homem de ferro 2")
Ben Kingsley ("A Ilha do medo")
Joseph Gordon-Levitt ("A origem")
Christopher Mintz-Plasse ("Kick-Ass")
Mark Ruffalo ("A Ilha do medo")
Sam Tramell ("True blood")

Revelação Feminina
Deborah Ann Woll ("True blood")
Gemma Artenton ("Príncipe da Pérsia")
Morena Baccarin ("V")
Lindsy Fonseca ("Kick-Ass")
Chloë Grace Moretz ("Kick-Ass")
Mia Wasikowska ("Alice no País das Maravilhas")

Revelação Masculina
Sharlto Copley ("Distrito 9")
Andrew Garfield ("O mundo imaginário do Dr. Parnassus)
Tom Hardy ("A origem")
Aaron Johnson ("Kick-Ass")
Xavier Samuel ("Eclipse")
Kodi Smit-McPhee ("A estrada")

Melhor Participação Especial
Bubo, a Coruja Mecânica ("Fúria de titãs")
Michael Caine ("A origem")
Rosario Dawson ("Percy Jackson")
Stan Lee ("Homem de ferro 2")
Bill Murray ("Zumbilândia")

Melhor Elenco
"A origem"
"Homem de ferro 2"
"Kick-Ass"
"Lost"
"True blood"
"Zumbilândia"

Melhor Cena de Mutilação
A Armadilha das Agulhas ("Jogos mortais VI")
A Armadilha do Pedaço de Carne ("Jogos mortais VI")
O coração cortado do peito e servido dentro de um suflê ("True blood")
O escalpelamento com uma faca de caça ("Bastardos inglórios")
A transformação cirúrgica em uma centopéia humana ("A centopéia humana")
Zumbi atingido no rosto por uma arma de fogo ("Zumbilândia")

Melhor Cena de Luta
Aisha vs. Clay ("Os perdedores")
A luta anti-gravidade no hotel ("A origem")
Hit-Girl contra os traficantes ("Kick-Ass")
Luta final: Homem de Ferro e Rhodes contra Vanko e os Drones ("Homem de ferro 2")
Luta final: Na’Vi contra os Militares ("Avatar")
Perseus e os Heróis contra a Medusa ("Fúria de titãs")

Cena Mais D$%#&!@* do Ano
Damon MacCready atira no peito da pequena filhota ("Kick-Ass")
A destruição de Los Angeles ("2012")
Drew transa com Clive ("Splice")
Trem de carga dirige pela cidade ("A origem")
A cabeça que se vira 180 graus durante o sexo ("True blood")
A cidade de Paris dobra-se em si mesma ("A origem")

Top 3D
"Avatar"
"Alice no País das Maravilhas"
"Toy Story 3"

Melhores Efeitos Especiais
"2012"
"Avatar"
"Distrito 9"
"A Origem"
"Homem de ferro 2"
"Zumbilândia"

Melhor História em Quadrinhos
"Asterios Polyp"
"A noite mais densa" (DC Comics)
"The boys"
"Chew"
"Parker: the hunter"
"Escalpo"
"Os mortos-vivos"

Melhor Escritor em Quadrinhos
Jason Aaron ("Escalpo", "Wolverine: weapon X")
Darwyn Cooke ("Parker: the hunter")
Garth Ennis ("The boys", "Battlefields", "Crossed")
Geoff Johns ("A noite mais densa", "Flash", "Lanterna verde")
Robert Kirkman ("Os mortos-vivos", "Invencível")
Mike Mignola ("Hellboy")

Melhor Desenhista de Quadrinhos
Charlie Adlard ("Os mortos-vivos")
Darwyn Cooke ("Parker: the hunter")
Fabio Moon (BRPD: 1947, "Sugarshock")
Frank Quitely ("Batman and Robin")
Jill Thompson ("Beasts of burden")
JH Williams III (Detective Comics, "Batwoman: elegy")

Melhor Filme Baseado em Quadrinhos
"Homem de ferro 2"
"Kick-Ass"
"Os perdedores"

sábado, 4 de setembro de 2010

Tudo pode dar certo


Woody Allen surpreende com comédia otimista  

 Por Hilda Lopes Pontes

Woody Allen é reconhecido mundialmente pelos seus longas irônicos, ácidos e, geralmente, sempre com seu álter ego em uma das personagens. Muitas dessas características estão em Tudo pode dar certo (que possui o título original bem mais significante, Whatever works), porém o que mais surpreende é o tom otimista do filme, o espectador espera aquele momento dos filmes de Allen em que algo dará extremamente errado, e que é uma das características mais interessantes dos filmes do diretor, mas, pelo contrário tudo flui normalmente e o ritmo se arrasta.
      Larry David é Boris Yellnikoff, ex-professor da Universidade de Columbia, considerado gênio, mas que depois de um divórcio e uma tentativa de suicídio, dá aulas de xadrez e passa a maior parte do seu tempo desmerecendo as qualidades humanas e se considerando o único capaz de entendê-las.  Um dia, voltando para casa, ouve uma garota implorando por ajuda e comida. Então, Boris conhece Melodie St. Ann Celestine. Inicialmente, ele a deixa ficar por não pensar em outra solução para a menina que fugiu de casa, mas, aos poucos, percebe-se apaixonado.
       O roteiro é preciso e colocar Boris para conversar com o público, sabendo que está sendo observado, é uma ótima sacada que deixa certos momentos e piadas ainda mais cômicos e dinâmicos. A personagem é muito bem construída, tanto por David, quanto por Allen. Só o fato de Yellnikoff cantar "parabéns pra você" toda vez que lava as mãos já deixa claro o quanto a personagem vale a pena e é neurótica (não podia deixar de ser). Alias, a mesma indagação do filme O Dorminhoco (1973) é feita.  A questão: porque as comidas ruins são as que são saudáveis? Será que isso realmente é verdade?
         Os outros atores também se destacam. Eva Rachel Wood, que normalmente faz papéis de mulheres fortes ou vilãs, consegue trazer um açúcar, uma doçura para Melodie. Também no elenco, Patrícia Clarkson, que interpreta a mãe de Rachel Wood. A transição de comportamento dela é marcante e muito bem construída.
 Tudo pode dar certo agrada e faz rir, tira a saudade dos filmes de Allen, mas não pode estar na lista dos melhores do diretor, como Vicky Cristina Barcelona ou Manhathan. Não tem a constância e o  ritmo dos filmes dele, nem traz algo inovador e diferente de tudo que o cineasta já fez.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

A Casa do Lago

 Após Velocidade Máxima completar 12 anos, Sandra Bullock e Keanu Reeves voltam a contracenar juntos.
por Enoe Lopes Pontes

    Em 2006, Bullock e Reeves se reuniram novamente, dessa vez para estrelar um longa de outro gênero. Um remake da Coréia do Sul, Il Mare (2000). Dirigido por Alejandro Agresti (Valentin), a história se passa em duas épocas diferentes. Enquanto Alex Wyler (Reeves) está em 2004, Kate Forster (Bullock) está em 2006. Ele mora na em uma casa do lago, local onde Kate também já viveu. De alguma forma, conseguem se comunicar em anos diferentes, através de uma caixa de correios.
     A ideia do filme em si é muito boa, mas não tem como julgar isto, pois ele é uma regravação, por isso não é original. Contudo, o mais importante sobre este roteiro, mesmo que reaproveitado, é o fato dele ser surpreendente. Durante o longa (para quem não viu Il Mare e não sabe o que vai acontecer), cria-se uma expectativa.
     Além disso, a química entre os protagonistas continua, porém há uma maior intensidade entre eles. Isso pode ser por estarem mais velhos ou por já terem trabalhado juntos, mas as cenas crescem quando os dois se encontram e quando as cartas são lidas e, principalmente, em filmes românticos essa característica em muito importante. O público cria uma ligação maior com as personagens
       Não pode-se dizer também que A Casa do Lago é uma grande película. Existe uma demora para que o rítmo se estabeleça e uma cenas com coadjuvantes que se estedem de mais e que podem deixar algumas pessoas ansiosas para que elas passem logo. Com exceção de Christopher Plummer (Simon Wyler), que se destaca. Afinal, ao lado de Keanu Reeves (que não é um ator ruim, mas passa longe de ser bom), fica difícil não brilhar. Não é uma grande performace de Plummer, porém ele é o que parece se esforçar mais.
      Já Sandra, é o tipo da atriz que sempre faz o mesmo papel. É extremamente carismática, contudo isso não é o suficiente para que se destaque. Falta nela uma veracidade maior. Algo que impussione o público a acredita no que ela diz.
 A Casa do Lago é mais um daqueles romances hollywoodianos que ficam na média, não desagradam, mas também não passam disso.
      

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Keanu Reeves




por Enoe Lopes Pontes   


Nesta quinta-feira (02), Keanu Reeves completa 46 anos. Analisando a carreira do ator, muitos críticos dizem que ele teve muita sorte em sua trajetória. Além disso, Reeves foi muito esperto, pois soube escolher personagens que disfarçavam a falta de habilidade dele para o ofício. Nascido no Beirute, Líbano, Keanu não gostava muito da vida escolar, por isso decidiu largar os estudos e começou a se dedicar ao teatro.
   Por demonstrar um talento promissor, o primeiro longa que se destacou foi Juventude Assassina (River's Edge - 1986). Atuou, também, em filmes como Ligações Perigosas (1988), Caçadores de Emoções (1991) e Drácula de Bram Stoker (1992). Até que em 1994, ele foi alçado a categoria de estrela, quando contracenou ao lado de Sandra Bullock em Velocidade Máxima. A partir daí, Reeves tornou-se galã, conquistando milhares de fãs.
     Outro sucesso que ajudou o artista ainda mais no seu caminho foi Matrix (1999). No filme ele interpretava Neo, hacker que queria entender o que era a Matrix e que descobre o que realmente é a realidade que vive. Com essa personagem, ele consegui, de certa forma, se imortalizar e marcar uma geração.
      Apesar de algumas derrapadas (O observador; Hardball o Jogo da Vida, O Dia que a Terra parou...) e de não ser o melhor ator do mundo, Keanu Reeves tem carisma e um ar misterioso que fazem com que os diretores e o público se encantem com ele.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Emmy Awards 2010



Hollywood festeja mais uma vez o prêmio que é considerado o Oscar da tv.
por Enoe Lopes Pontes



  
  Neste domingo, dia 29, ocorreu mais uma edição do Emmy Awards, celebração que premia o que é considerado de melhor na televisão estadunidense. Como era de se esperar,  Mad Men e Temple Grandin ganharam na categoria Melhor série dramática e Melhor Telefilme, respectivamente. Aconteceram, contudo, algumas surpresas como Kyra Sedgwick (The Closer) e Jim Parsons terem vencido, já que Juliana Margulies ganhou o Globo de Ouro e o SAG deste ano e Alec Baldwin sempre é o vencedor nesta categoria . Segue abaixo a lista dos principais vencedores:



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MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA:
  • Mad Men
MELHOR SÉRIE CÔMICA

  • Modern Family
MELHOR MINISSÉRIE
  • The Pacific
MELHOR FILME PARA A TV
  • Temple Grandin
MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DRAMÁTICA

  • Kyra Sedgwick (The Closer)
MELHOR ATRIZ EM SÉRIE CÔMICA
  • Edie Falco (Nurse Jackie)
MELHOR ATOR EM SÉRIE DRAMÁTICA

  • Bryan Cranston (Breaking Bad)


MELHOR ATOR EM SÉRIE CÔMICA

  • Jim parson (The Big Bang Theory)
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMÁTICA

  • Aaron Paul (Breaking Bad)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMÁTICA
  • Archie Panjabi (The Good Wife)
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE CÔMICA

  • Eric Stonestreet (Modern Family)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE CÔMICA
  • Jane Lynch (Glee)
MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE OU TELEFILME
  • Claire Danes (Temple Grandin)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MISSÉRIE OU TELEFILME
  • Julia Ormond (Temple Grandin)
MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE OU TELEFILME

  • Al Pacino (You Don't Know Jack)
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU TELEFILME

  • David Strathairn (Temple Grandin)

sábado, 14 de agosto de 2010

Emmy 2010 agita mundo das séries estadunidenses

Por Hilda Lopes Pontes
Os atores e todos aqueles que trabalham em seriados se sentiam excluídos,fora do mundo de Hollywood. Foi com o Emmy, principalmente, que essa situação mudou e o mundo das séries foi incluída nos holofotes.Esse ano,a premiação comemora 62anos e indica,praticamente, os mesmo programas de todos os anos.Não existiram surpresas ou as chamadas zebras.
Uma das maiores expectativas é se Alec Baldwin vai continuar ganhando todos os prêmios de melhor ator por comédia.Na realidade,mesmo gostando muito da performance dele em 30 Rock, acredito que outros atores precisam ter a oportunidade de ganhar,existem atores que são muito talentosos,como Jim Parsons(The Big Bang Theory). Já a categoria de melhor ator por série dramática é a mais concorrida. Hugh Laurie, Michael C.Hall e Jonh Hamm são fortes concorrentes à estatueta.
Outros principais indicados seguem na lista abaixo:

Melhor série dramática
  • Lost
  • Breaking Bad
  • Dexter
  • Mad Men
  • True Blood
  • The Good Wife

Melhor série de humor
  • Glee
  • Modern Family
  • Curb Your Enthusiasm
  • Nurse Jackie
  • 30 Rock
  • The Office
  • Curb Your Enthusiasm
Melhor atriz em série dramática
  • Julianna Margulies (The Good Wife)
  • Mariska Hargitay (Special Victims Unit)
  • Glenn Close (Damages)
  • Kyra Sedgwick (The Closer)
  • January Jones (Mad Men)
  • Connie Britton (Friday Night Lights)
Melhor ator em série dramática
  • Jon Hamm (Mad Men)
  • Kyle Chandler (Friday Night Lights)
  • Bryan Cranston (Breaking Bad)
  • Hugh Laurie (House M.D.)
  • Michael C. Hall (Dexter)
  • Matthew Fox (Lost)
Melhor atriz em série de humor
  • Lea Michele (Glee)
  • Tina Fey (30 Rock)
  • Toni Collette (The United States of Tara)
  • Julia Louis-Dreyfus (The New Adventures of Old Christine)
  • Edie Falco (Nurse Jackie)
  • Amy Poehler (Parks and Recreation)
Melhor ator em série de humor
  • Larry David (Curb Your Enthusiasm)
  • Alec Baldwin (30 Rock)
  • Matthew Morrison (Glee)
  • Steve Carell (The Office)
  • Jim Parsons (The Big Bang Theory)
  • Tony Shalhoub (Monk)
Melhor ator coadjuvante em série de humor
  • Chris Colfer (Glee)
  • Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother)
  • Jesse Tyler Ferguson (Modern Family)
  • Jon Cryer (Two and A Half Men)
  • Eric Stonestreet (Modern Family)
  • Ty Burrell (Modern Family)
Melhor ator coadjuvante em série dramática
  • John Slattery (Mad Men)
  • Aaron Paul (Breaking Bad)
  • Martin Short (Damages)
  • Terry O’ Quinn (Lost)
  • Michael Emerson (Lost)
  • Andre Braugher (Men of a Certain Age)
Melhor atriz coadjuvante em série dramática
  • Sharon Gless (Burn Notice)
  • Christine Baranski (The Good Wife)
  • Christina Hendricks (Mad Men)
  • Rose Byrne (Damages)
  • Archie Panjabi (The Good Wife)
  • Elisabeth Moss (Mad Men)
Melhor atriz coadjuvante em série de humor
  • Jane Lynch (Glee)
  • Kristen Wiig (Saturday Night Live)
  • Jane Krakowski (30 Rock)
  • Julie Bowen (Modern Family)
  • Sofia Vergara (Modern Family)
  • Holland Taylor (Two and A Half Men)
Melhor minissérie
  • The Pacific
  • Return to Cranford
Melhor telefilme
  • Endgame
  • Georgia O'Keeffe
  • Moonshot
  • The Special Relationship
  • Temple Grandin
  • You Don't Know Jack
Melhor ator em minissérie ou telefilme
  • Jeff Bridges (A Dog Year)
  • Ian McKellen (The Prisoner)
  • Michael Sheen (The Special Relationship)
  • Al Pacino (You Don't Know Jack)
  • Dennis Quaid (The Special Relationship)
Melhor atriz em minissérie ou telefilme
  • Maggie Smith (Capturing Mary)
  • Joan Allen (Georgia O'Keeffe)
  • Judi Dench (Return to Cranford)
  • Hope Davis (The Special Relationship)
  • Claire Danes (Temple Grandin)
Melhor ator coadjuvante em minissérie ou telefilme
  • Michael Gambon (Emma)
  • Patrick Stewart (Hamlet)
  • Jonathan Pryce (Return to Cranford)
  • David Strathairn (Temple Grandin)
  • John Goodman (You Don't Know Jack)
Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou telefilme
  • Kathy Bates (Alice)
  • Julia Ormond (Temple Grandin)
  • Catherine O'Hara (Temple Grandin)
  • Brenda Vaccaro (You Don't Know Jack)
  • Susan Sarandon (You Don't Know Jack)
Melhor programa de variedades
  • The Colbert Report
  • The Daily Show with Jon Stewart
  • Real Time with Bill Maher
  • Saturday Night Live
  • The Tonight Show with Conan O'Brien