quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

A cova da serpente

Com de 62 anos, o filme traz uma história ainda impactante e que vale a pena assistir. Por Enoe Lopes Pontes.


A cova da serpente conta a história de Virginia Stuart Cunningham (interpretada por Olívia de Havilland), uma mulher que apaixonada, casa-se com Robert Cunningham.
Após um tempo depois do matrimônio ela começa a apresentar sintomas de desequilíbrio mental.Por este motivo, Robert decide internar Virginia em uma instituição para pessoas que sofrem de problemas mentais.

Dentro da clínica Virgínia passa vários dias sem se lembra de nada e não apresenta muitas melhoras. Com isso, o médico que cuida dela, Dr. Kick, passa a tratá-la com choques elétricos.
Entre melhoras e pioras, há um momento em que vai para a ala considerada a melhor, a de número um.

Porém, existe no lugar uma enfermeira que implica com a moça. Com isso, as duas terminam discutindo e Virginia vai parar na Ala 33, a pior de todas. Lá ela se sente na “cova da serpente” e se vê sã ao perceber que existe uma loucura muito maior que a dela. Após a sua estadia na Ala 33, o Dr. Kick trabalha na melhora dela e consegue obter bons resultados.

O longa de 1948, dirigindo por Anatole Litvak, possui um conjunto de elementos cinematográficos muito bom. O roteiro, que conta uma história real, faz o público conectar-se com a trama, as cenas são intensas e há uma conexão entre os atores. Fica em quem assiste uma sensação de angústia passada por eles.

Mas, é Olívia de Havilland a grande estrela do filme. Ela encarna Virginia de forma arrebatadora. Quase se sente o que a personagem vive. Seus olhares e expressões marcantes são memoráveis.

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