
Nora Ephron traz Meryl Streep e Amy Adams neste filme que poderia se chamar Julia.
Por Enoe Lopes Pontes
Nora Ephron (A feiticeira), dirige este longa que conta a história de duas mulheres de tempos diferentes, mas que apresentam uma paixão em comum: a comida.
A parte de Julia Child (Meryl Streep, divina), conta quando a californiana, no ano de 1948, se muda para Paris com seu marido (interpretado por Stanley Tucci). Ela não pode ter filhos e gostaria de passar seu tempo com algo importante. É a partir desta vontade que Julia descobre o amor pela culinária.
Julie Powell (Amy Adams), é uma escritora que nunca chegou a publicar um livro. Ela se vê num trabalho que não gosta e se sente infeliz com isso. Mas, descobre que sua amiga tem um blog de sucesso e percebe que pode fazer o mesmo como uma espécie de válvula de escape. Com isso, Julie tem a ideia de escrever no blog sua experiência ao fazer 524 receitas do livro de Julia Child em 365 dias.
Há entre as duas partes um diferente rítimo e estilo. Enquanto na de Streep existe uma leveza, bela direção de arte e intepretações divertidas; na de Adams tudo é muito insosso. O casal não funciona, as piadas são sem graça e a narrativa é lenta. O público fica ansioso para que Julia apareça e eles possam se deliciar com Meryl Streep e a incrível história de Julia Child.
Foto: faridhadj.wordpress.com/2009/11/

Nenhum comentário:
Postar um comentário